Aleitamento.com
AmamentaçãoMãe CangurúCriançasCuidado PaternoHumanização do PartoBancos de Leite Humano Espiritualidade & Saúde DireitosProteçãoPromoçãoILCA / IBCLCConteúdo ExclusivoTV AleitamentoGaleria AMNotíciasEventosSites e BlogsLivrariaCampanhas
 
Faça seu login e utilize ferramentas exclusivas. Se esqueceu a senha, acesse o "cadastre-se" e preencha com seu e-mail.

\ Promoção \ Iniciativas \ Artigo

Sheron Menezes, Saulo e Benjamin: imagem brasileira da #SMAM2018

Por: Dr. Marcus Renato e Dr. Moises Chencinski

 /

AMAMENTAÇÃO É A BASE DA VIDA

 Sheron Menezes e Saulo: mãe e pai do Benjamin cederam a imagem para a campanha do Ministério da Saúde para a

SEMANA MUNDIAL DE AMAMENTAÇÃO 2018

 

Amamentar vai além de nutrir o corpo do bebê. Estudos mostram sua importância na promoção à saúde, nas questões de alimentação, imunidade, prevenção de doenças, promoção do vínculo, reduzindo a frequência de doenças de ordem biológica-psicológica-física e sociais.

 

Segundo ano do Agosto Dourado oficial

 

Em 2018 temos a 27ª Semana Mundial de Amamentação, comemorada de 1 a 7 de agosto. Além disso, neste ano estamos comemorando o nosso segundo Agosto Dourado. Isso quer dizer que teremos um mês inteirinho dedicado à informação e à sensibilização a respeito do aleitamento materno.

 

E o tema, mais uma vez, diz muito do que é o nosso conceito: Amamentação é a base da vida. A WABA (World Alliance for Breastfeeding Action) reforça, como foco para este ano, que a amamentação previne a fome e a desnutrição em todas as suas formas, garante a segurança alimentar para crianças, mesmo em tempos de crise, com baixo custo, sem nenhum prejuízo adicional à economia doméstica, contribuindo para se atingir as metas de desenvolvimento sustentável da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Não podemos deixar de associar a essas metas o aleitamento materno desde a sala de parto, exclusivo e em livre-demanda até o 6º mês, estendido até dois anos ou mais.

A base da vida

Mas além dessas propostas, justas e de alcance universal, vale refletir sobre o que seria a base da vida e em que a amamentação poderia contribuir a mais na saúde infantil. O aleitamento materno não começa só após o parto. Esse é um conceito que deve ser transmitido sempre que possível a toda população, de todos os cantos do mundo, para todas as idades, para todos os gêneros, independentemente da situação sócio-econômica-cultural.

Amamentar vai além de nutrir o corpo do bebê. Estudos mostram a importância do aleitamento materno na promoção à saúde, nas questões de alimentação (nutrição), imunidade, prevenção de doenças (infectocontagiosas, diabetes, obesidade, leucemia, entre outras), promoção do vínculo, reduzindo a frequência de doenças de ordem bio-psico-físico-sociais.

A amamentação também protege a saúde materna, promovendo, após o parto, o retorno do útero ao seu tamanho normal de forma mais suave e rápida, favorecendo o emagrecimento, prevenindo o câncer de mama, de útero, diabetes tipo 2, depressão pós-parto, entre muitas outras doenças e condições.

A OMS, o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam, para atingir esses objetivos, um pré-natal adequado, além de uma consulta com o pediatra a partir da 32ª semana de gestação para orientações gerais (vacinação, alimentação materna), abordando a escolha do hospital, os tipos de parto, a importância do clampeamento oportuno de cordão, do contato pele-a-pele e da amamentação já na sala de parto, do alojamento conjunto e qualquer outra informação que o casal e a família julgarem importante.

Na Puericultura no início da vida (acompanhamento com consultas periódicas desde 5 a 10 dias após o parto, para a orientação e promoção à saúde do bebê, sua mãe e família), não podem faltar as conversas a respeito do aleitamento.

Amamentar pode ser natural, mas não é simples e muito menos fácil.

Requer informação, uma rede de apoio segura e acolhimento. Atualmente, não há como não levar em conta a importância da internet e das redes sociais como base, tanto

para a transmissão da informação, através de sites éticos, seguros, bem como do acolhimento e troca de experiências, que correm nos grupos de mães e mídias sociais.

Com toda essa estrutura segura e focada na importância da informação, sensibilização e acolhimento dos profissionais de saúde que lidam com lactantes e seus familiares, abrangendo a sociedade como um todo, podemos, de forma eficaz e irreversível, fortalecer a saúde das crianças, desde a sua base, da sua raiz: a amamentação.

 Dr. Moises Chencinski, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SPSP.

 Fonte: Pediatra - Informe-se

Boletim da Sociedade de Pediatria de São Paulo

Ano XXXIV • número 200 JUL/AGO 2018

 

 

 


Última atualização: 27/7/2018

 

Curtir

Comentários


Essa é uma área colaborativa, por isso, não nos responsabilizamos pelo conteúdo. Leia nossa Política de Moderação.
Caso ocorra alguma irregularidade, mande-nos uma mensagem.

 

Depoimentos

Gostou do site? Ele te auxiliou em algum momento? Deixe seu depoimento, assine nosso livro de visitas! Clique aqui.

Quem Somos | Serviços | Como Apoiar | Parceiros | Cadastre-se | Política de Privacidade/Cookie/Moderação | Fale Conosco
O nosso portal possui anúncios de terceiros. Não controlamos o conteúdo de tais anúncios e o nosso conteúdo editorial é livre de qualquer influência comercial.
Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência. Ao navegar no mesmo, está a consentir a sua utilização. Caso pretenda saber mais, consulte a nossa Política de Privacidade/Cookie.
23 Ano no ar ! On-line desde de 31 de julho de 1996 - Desenvolvido por FW2 Agência Digital